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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

A Cura de Todo o Mal...


A que ponto as ambições de algumas pessoas fazem com que percam a própria referencia?

Existem variados tipos de personalidades que vão se constituindo com as diversificadas experiências e aprimoradas com o tempo.

Gostaria de descrever uma personalidade ainda não “classificada” ou diagnosticada, porém observada em um contexto de “adoecimento existencial”. Cabe aos leitores compreender que ainda não há referencias bibliográficas, mas venho analisando diariamente no convívio com a espécie humana.

Quando estabelecemos contato ou nos relacionamos com o próximo, compartilhamos momentos de longo ou curto espaço de tempo, com isso reconhecemos se os gostos são compatíveis ou não, observamos o caráter e até mesmo as fraquezas advindas dessa vinculação.

Enfim, os sintomas dessa nova constituição é principalmente o egoísmo, ou seja, “doença do ego”, acompanhado pela inveja, exibicionismo e insegurança. Entretanto, em alguns momentos, indivíduos que apresentam as citações mencionadas acima, manifestam dificuldades em estabelecer relacionamentos ou vinculações sadias com o próximo.

Pessoas com tais comportamentos perdem a referencia dos próprios sonhos e desejos, deixam-se levar pelos sentimentos de ciúme alheio e o principal intuito é a tentativa de demonstrar que são felizes ou que podem ser superiores aos outros.

Com isso, não conseguem estabelecer nenhum tipo de relação “verdadeira” nem a curto ou em longo prazo, não respeitam as diversidades de gostos e jogam com a fraqueza daqueles que compartilharam e a confiaram.

Infelizmente, esses seres humanos, apenas se aliam com quem se identificam, ou que seja através das fraquezas ou para usá-los para algum beneficio próprio.

Entretanto, ao analisar, esse “adoecimento existencial” é provido de inseguranças que se desenvolveram desde os primórdios da alma que sofre desse mal. Com isso, são seres ambiciosos, tristes, fracos e que se esqueceu de si próprio.

Existe cura? A maior dificuldade é olharem para si próprios e se um dia conseguirem perdoarem seus erros... Quem sabe um dia mude.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Solidão


Da janela viam-se crianças nas ruas jogando bola, pulando corda e subindo em árvores, enquanto seus responsáveis assistiam as telenovelas da casa de Dona Maria, confraternizavam os “bolinhos de chuva” e dividiam as experiências rotineiras.

Entretanto, com o passar dos tempos, as ruas de terra por onde as crianças brincavam, foram substituídas por asfaltos e trânsito, na residência de Dona Maria existe um “arranha céu” com variados apartamentos e grades, e as famílias que ali compartilhavam suas histórias, seguiram rumos diferentes e sabe-se lá por onde andam!?!?!?

O sinônimo dessa nova Era é a SOLIDÃO.

Há pouco tempo a “solidão” era considerada um estado de quem se sentia só, de indivíduos que não se adequavam à sociedade ou eram excluídos desta. Todavia, atualmente, a solidão é considerada como “opcional” para os seres humanos.

O mundo tornou-se individualista, competitivo e com isso, os contatos interpessoais foram enfraquecidos. Ao observar, as conseqüências nessas vivências foram marcadas pela ausência de sentido e objetivo de vida, falta de interação e angústia por não produzirem relacionamentos significativos.

Então, quando o ser humano depara-se com tais condições, questiona o próprio nascimento e já indaga o mesmo pela morte solitária, e assim decide a vida por uma passagem individualista.

Apesar de não mais existir a janela por onde se via as crianças correrem, as conversas advindas da casa de Dona Maria e o aroma dos “bolinhos de chuva”; ainda existem seres humanos que são únicos, mas que dependem de outros seres humanos para darem sentidos em suas vidas e tornar-las em experiências significativas.

Contudo, cuide da saúde mental sendo livre, mas sociabilizando com os variados tipos de pessoas, respeitando e compreendendo-as. Afinal, em que ilha você reside?