
No presente momento o convido a fazer uma viagem. Não precisas de aparatos, apenas coragem, pois o destino é a própria alma. Quantas vezes perguntastes o porquê tantos planos não chegaram ao seu destino ou em quem colocastes culpa por não terem sidos cumpridos.
Quem não se cobra? Unhas roídas, mãos trêmulas e noites de insônia. Já até o classificaram, dizendo que seria ANSIEDADE e quando questionam os sintomas indaga-se que a sensação é de receio, apreensão, taquicardia, sudorese e dentre outros indícios.
Mas fechando os olhos, pense! Como esse medo nasceu e como foi que deixaste a insegurança preencher sua vida? Há quanto tempo conseguiste ficar só e avaliastes as próprias atitudes? Tarefa difícil até para os mais sábios, pois o inferno não é os outros e sim a própria incapacidade.
Nessa viagem, ao longe, suspira-se um som: PACIÊNCIA. Esta está presente na dádiva da vida, pois com ela tudo se torna verdadeiro.
Percebeste quanto tempo o botão de uma rosa demora a desabrochar? Quantas ventanias e madrugadas de neblinas suportam para transformar-se em uma linda flor. E a lagarta? Que repousa na esperança de um belo dia tornar-se uma borboleta, para assim, alcançar o céu. Todos, perante o dom da vida, acreditam nos seus destinos.
E porque não acreditastes em si? Sendo o único ser capaz de construir a própria história, fazer escolhas e viver não apenas para desabrochar ou voar, mas aprender com as frustrações e um dia poder fazer tudo novamente, contudo de maneira desigual.
Saibas que, conhecer a si é ser presenteado com a dádiva da PACIÊNCIA, pois apenas quem a possui, saboreia o fruto mais doce: o desvelar da própria história.
Quem não se cobra? Unhas roídas, mãos trêmulas e noites de insônia. Já até o classificaram, dizendo que seria ANSIEDADE e quando questionam os sintomas indaga-se que a sensação é de receio, apreensão, taquicardia, sudorese e dentre outros indícios.
Mas fechando os olhos, pense! Como esse medo nasceu e como foi que deixaste a insegurança preencher sua vida? Há quanto tempo conseguiste ficar só e avaliastes as próprias atitudes? Tarefa difícil até para os mais sábios, pois o inferno não é os outros e sim a própria incapacidade.
Nessa viagem, ao longe, suspira-se um som: PACIÊNCIA. Esta está presente na dádiva da vida, pois com ela tudo se torna verdadeiro.
Percebeste quanto tempo o botão de uma rosa demora a desabrochar? Quantas ventanias e madrugadas de neblinas suportam para transformar-se em uma linda flor. E a lagarta? Que repousa na esperança de um belo dia tornar-se uma borboleta, para assim, alcançar o céu. Todos, perante o dom da vida, acreditam nos seus destinos.
E porque não acreditastes em si? Sendo o único ser capaz de construir a própria história, fazer escolhas e viver não apenas para desabrochar ou voar, mas aprender com as frustrações e um dia poder fazer tudo novamente, contudo de maneira desigual.
Saibas que, conhecer a si é ser presenteado com a dádiva da PACIÊNCIA, pois apenas quem a possui, saboreia o fruto mais doce: o desvelar da própria história.

Aff! Esse tempinho frio me desperta muita inspiração! Paciência! Pra quê portar a impaciência se ao nosso redor há muito o que desfrutar, sentir e viver! Espero que tenha agradado algum leitor...
bjo bjooo
nossa fia, qta profundidadeeeee...afff... parabens esta perfeito!!! bjs
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