Encontro de CAPS
Encontro de CAPSParte III
No dia 18 de Maio foi o dia da Luta Antimanicomial. Quantas lutas!
Hoje relato um pouco das conquistas e os métodos utilizados para o melhor bem estar de pessoas que portam algum tipo de sofrimento psíquico. Com muito orgulho elucido tal assunto, por meio das minhas experiências em estágios, práticas e pela pós-graduação em Saúde Mental, na qual estou me dedicando.
Acredito que o conceito em Saúde Mental tenha ganhado um melhor enfoque ultimamente, apesar de algumas situações ainda serem precárias nas redes públicas, no enfoque familiar e no olhar da sociedade.
Entretanto, como profissional da saúde, hoje vejo que aos poucos vamos conquistando nossos espaços, esforçando-se para levar vida, esperança, bem estar físico e mental através de: informações, orientações, reinserção social, e assim abraçando cada vez mais essa causa.
Algumas das conquistas utilizadas e que cada vez mais crescem nas comunidades são dispositivos como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Programas de Volta Pra Casa e as Residências Terapêuticas.
Esses dispositivos são um modo de reinserir pessoas que de algum modo foram excluídas da sociedade, se fecharam em seus mundos e que novamente, por direito, lutam por seus espaços.
Simples ações, como por exemplo, irem ao banco, participar de grupos sociais, fazerem parte de comunidades, utilizarem de todos os benefícios que são oferecidos para se VIVER.
Pertencer a um lugar... Todos pertencemos... Se um dia nos fecharmos a um mundo subjetivo, acredite... Esse nos espera...
Essa é a minha, a nossa luta... e a sua?
No dia 18 de Maio foi o dia da Luta Antimanicomial. Quantas lutas!
Hoje relato um pouco das conquistas e os métodos utilizados para o melhor bem estar de pessoas que portam algum tipo de sofrimento psíquico. Com muito orgulho elucido tal assunto, por meio das minhas experiências em estágios, práticas e pela pós-graduação em Saúde Mental, na qual estou me dedicando.
Acredito que o conceito em Saúde Mental tenha ganhado um melhor enfoque ultimamente, apesar de algumas situações ainda serem precárias nas redes públicas, no enfoque familiar e no olhar da sociedade.
Entretanto, como profissional da saúde, hoje vejo que aos poucos vamos conquistando nossos espaços, esforçando-se para levar vida, esperança, bem estar físico e mental através de: informações, orientações, reinserção social, e assim abraçando cada vez mais essa causa.
Algumas das conquistas utilizadas e que cada vez mais crescem nas comunidades são dispositivos como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Programas de Volta Pra Casa e as Residências Terapêuticas.
Esses dispositivos são um modo de reinserir pessoas que de algum modo foram excluídas da sociedade, se fecharam em seus mundos e que novamente, por direito, lutam por seus espaços.
Simples ações, como por exemplo, irem ao banco, participar de grupos sociais, fazerem parte de comunidades, utilizarem de todos os benefícios que são oferecidos para se VIVER.
Pertencer a um lugar... Todos pertencemos... Se um dia nos fecharmos a um mundo subjetivo, acredite... Esse nos espera...
Essa é a minha, a nossa luta... e a sua?

Profissionais e Estagiárias no encontro dos CAPS ;D
"Um pouco de Arthur"
"Arthur Bispo do Rosario era esquizofrênico paranóide e viveu internado 50 anos em um hospital psiquiátrico Em seu surto, recebeu a missão de recriar o universo para apresentar a Deus no dia do Juízo Final."

"...Inserido em um contexto excludente, Bispo dribla as instituições todo tempo."
"...A instituição manicomial se recusando a receber tratamentos médicos e dela retirando subsídios para elaborar sua obra, e Museus, quando sendo marginalizado e excluído é consagrado como referência da Arte Contemporânea brasileira."

http://www.urutagua.uem.br//005/12his_faria.htm
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